Fim do backup manual
A equipe não perde tempo copiando arquivos nem depende de alguém lembrar. A gravação é contínua.
Os PDFs de resultado de exame, as imagens DICOM e os anexos do prontuário — a foto que o médico tira do paciente, o laudo em PDF que o paciente trouxe de outra clínica — são gravados automaticamente em servidores da Amazon Web Services e usados pelo próprio SMGH de lá. Ninguém copia pasta, ninguém lembra de backup, o HD da clínica não enche — e, se o computador falhar, os exames continuam guardados.
Os arquivos ficam no Amazon S3, o serviço de armazenamento de objetos da AWS, com cópias redundantes entre data centers — a mesma infraestrutura usada por bancos, governos e serviços de saúde no mundo todo. Os servidores são provisionados e mantidos pelo SMGH; a clínica não cria conta nem administra nada na nuvem.
Um PDF de resultado, uma imagem DICOM, a foto do paciente tirada pelo médico ou um laudo externo anexado ao prontuário.
O módulo grava o arquivo na AWS em segundo plano, sem nenhuma ação do usuário.
Os arquivos ficam na infraestrutura da Amazon, com alta disponibilidade e segurança.
Quando alguém abre o exame, o SMGH busca e exibe o arquivo direto da AWS.
Com o Portal do Médico ou o banco em nuvem, o exame guardado na AWS é acessível de onde o médico estiver.
A equipe não perde tempo copiando arquivos nem depende de alguém lembrar. A gravação é contínua.
Defeito de HD, roubo ou incêndio no computador da clínica não levam os exames junto.
Imagens de raio-X e tomografia ocupam espaço. Na nuvem, o volume cresce sem trocar disco.
O que o médico anexa no atendimento — foto do paciente pelo celular, PDF de laudo ou exame de fora — fica disponível para consulta em qualquer atendimento futuro, e também segue para a AWS. Pelo Portal do Médico, de onde estiver.
As imagens recebidas pelo SMGH DICOM podem seguir para a nuvem e ser vistas de fora da rede da clínica.
Planos por espaço de armazenamento e política de retenção definidos na implantação, conforme o volume de exames.
Este módulo guarda arquivos (PDFs e imagens). O banco de dados em nuvem é outro serviço, para o banco do SMGH. Podem ser contratados juntos ou separados.
Os tipos de arquivo e as pastas definidos na implantação — normalmente PDFs de resultado de exame, imagens DICOM e os anexos do prontuário (fotos do paciente, laudos e exames em PDF trazidos de fora). O SMGH continua funcionando como sempre; a diferença é que cada arquivo é copiado para a AWS automaticamente.
É preciso conexão para a sincronização com a AWS e para abrir os arquivos guardados lá. O sistema base (SMGH) continua rodando na clínica.
O SMGH provisiona e mantém os servidores na AWS. A clínica não administra nada na nuvem. Sobre a infraestrutura em si, a própria Amazon descreve o Amazon S3 e as práticas de segurança da AWS.
Os planos são por volume de armazenamento; acima do teto, o espaço adicional é contratado por GB. O volume é dimensionado com a clínica na implantação.
Sim, se a clínica quiser. Na implantação definimos as pastas e o período a enviar — só o novo ou também o histórico.
Não, o arquivo continua na clínica. A nuvem é uma cópia usada pelo SMGH, e a devolução do que está lá é garantida e combinada no final do contrato.
Na demonstração mostramos um exame sendo gravado na nuvem e aberto pelo SMGH.
Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.
E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.