Nome digitado no aparelho
O técnico redigita o paciente no console do raio-X. Um "Souza" com "z" e o exame não bate com o agendamento. Alguém procura a imagem à mão, no fim do dia.
O exame agendado no SMGH aparece na worklist do raio-X, CR, ultrassom ou tomógrafo. As imagens voltam sozinhas para o prontuário. A impressão do equipamento sai em PDF ou numa impressora comum. Tudo acompanhado por uma plataforma web.
Mapa do sistema na plataforma web: o que está ativo, o que passou por cada módulo hoje. Dados de demonstração.
DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine) é o padrão internacional de imagem médica, mantido pela NEMA/MITA e implementado por praticamente todo aparelho digital: raio-X, tomografia, ressonância, ultrassom, mamografia. O SMGH DICOM conversa com o equipamento pelos serviços do padrão — worklist, recepção de imagens e impressão — sem trocar nada no aparelho.
O técnico redigita o paciente no console do raio-X. Um "Souza" com "z" e o exame não bate com o agendamento. Alguém procura a imagem à mão, no fim do dia.
As imagens ficam em pastas, CDs ou num PACS que o médico não abre da sala dele. O laudo é feito olhando uma tela e digitando em outra.
O PACS tradicional é um sistema pesado em Java, em um sistema Linux que só um técnico entende. Quando ele para, a clínica para junto.
O SMGH DICOM é um serviço leve instalado no Windows da clínica que fala DICOM com os equipamentos e conversa com o banco de dados do SMGH. Um único identificador amarra o exame do começo ao fim.
O exame é marcado no SMGH como sempre. Nada muda para a recepção.
O raio-X, CR, ultrassom ou tomógrafo lista os pacientes do dia direto do SMGH.
Sem redigitar nome, data de nascimento ou procedimento. Zero erro de identificação.
Cada imagem é gravada fiel ao original, indexada e marcada como realizada.
No SMGH, no Portal do Médico ou no visualizador web — sem instalar programa.
Contrate só o que a clínica usa — inclusive sem os demais produtos do SMGH. Comercialmente, os três primeiros módulos são o SMGH Dicom Write (worklist), o SMGH Dicom Read (imagens no SMGH) e o SMGH Dicom Print (impressão); os módulos são ativados por equipamento, pela própria plataforma web.
O serviço responde à consulta do equipamento com os exames agendados no SMGH: paciente, data de nascimento, procedimento, sala e horário. Compatível com filtros por data, modalidade e AE Title. Nome do paciente em ordem natural, como o aparelho espera.
Aceita todas as classes de imagem DICOM e formatos de transferência. Grava o arquivo fiel ao recebido, gera uma prévia JPG, indexa no banco e marca o exame como realizado na primeira imagem. Reenvio não duplica.
O equipamento "imprime" no SMGH DICOM como se fosse uma impressora de filme. A folha sai em PDF/PNG com o logotipo e os dados da clínica e/ou numa impressora laser comum. Sem filme, sem dry imager, sem consumível caro.
Login com o usuário do SMGH. Painel do dia, dashboard, mapa dos módulos, exames agendados, "no equipamento", recebidos, impressões, equipamentos, auditoria e configuração remota — sem VPN e sem ir até a máquina.
Abre a imagem original no navegador, com zoom, janela/nível e navegação entre séries. O mesmo visualizador é chamado de dentro do Portal do Médico, então o médico laudando em casa vê a imagem sem instalar nada.
Um serviço atende várias unidades e vários equipamentos. A filial que tem CR mas não tem impressora imprime na matriz automaticamente: o arquivo vai por pasta sincronizada e o serviço da matriz manda para a laser sozinho.
Equipamentos autorizados por AE Title, auto-cadastro do aparelho novo, licença por equipamento e módulo verificada offline. Alertas na tela do operador quando o disco enche ou o banco cai — mesmo rodando como serviço.
Leitura opcional (OCR) do nome do paciente gravado na imagem, envio de imagens para a nuvem para acesso fora da clínica e integração com o Portal do Médico e a Telemedicina do SMGH.
Raio-X, tomógrafo e ultrassom já sabem imprimir em impressora de filme. O SMGH DICOM se apresenta ao aparelho exatamente como uma — e, em vez de filme, entrega:
Recepção de imagens e impressão são caminhos independentes, em portas separadas. Um aparelho pode usar só um deles.
Uma clínica com duas unidades tinha o equipamento nas duas, mas impressora só na matriz. O exame feito na filial precisava sair em papel na matriz para ir ao paciente.
A solução que desenvolvemos: o serviço de impressão do SMGH DICOM, instalado na filial, recebe o comando de impressão do equipamento como se fosse a impressora DICOM, gera o PDF ou PNG com a imagem e grava numa pasta compartilhada em rede com a outra unidade. Na matriz, o mesmo serviço vigia essa pasta e imprime o documento assim que ele termina de chegar — numa impressora DICOM ou numa impressora laser comum, de alta qualidade. Ninguém abre arquivo por arquivo, e a impressão não sai pela metade.
Resultado: de uma unidade, a equipe imprime uma imagem na impressora da outra. Foi assim que integramos as duas unidades dessa clínica — e é assim que resolvemos o caso de cada cliente.
A plataforma roda no navegador e mostra o serviço em tempo real. Inclui modo demonstração, que oculta nomes de clínica, usuário e paciente — é assim que gravamos os vídeos desta página.
Painel e visualizador são ilustrações; o mapa é a tela real. Mais capturas em Telas do sistema.
O SMGH DICOM implementa o padrão DICOM aberto. Qualquer aparelho que consulte worklist, envie imagens ou imprima em DICOM conversa com ele — sem depender de fabricante. E não exige trocar de sistema: pode ser contratado sozinho e integrado ao banco de dados do sistema que a clínica já tem, lendo ali os pacientes e exames que vão para o equipamento.
Integração com equipamento de imagem não se instala "de caixa". A nossa implantação começa entendendo a clínica e termina com o aparelho falando com o sistema — homologado, em produção, acompanhado.
Quais equipamentos, quantas unidades, o que a clínica precisa da integração: worklist, imagens no prontuário, impressão, visualização remota.
Mostramos cada módulo e o que ele resolve no caso da clínica — e desenhamos junto o fluxo, como no exemplo da matriz e filial.
Marca e modelo dos aparelhos, rede, onde as imagens ficam, quem imprime o quê. Definimos os objetos de integração com o banco do SMGH.
Testes de bancada e, depois, com o equipamento real: worklist, envio de imagem e impressão conferidos um a um antes da virada.
Apontamos o equipamento para o SMGH DICOM em horário combinado; se houver PACS antigo, os dois podem rodar em paralelo por alguns dias.
Plataforma web mostrando o serviço no ar, alertas de falha, suporte da mesma equipe que desenvolveu. Novos aparelhos entram sem recompilar nada.
Cada cliente tem um cenário — e, quando o cenário pede algo que o produto ainda não faz e está ao nosso alcance, customizamos, caso a caso. Por isso a implantação do DICOM é um projeto conduzido pela nossa equipe, dentro da implantação acompanhada do SMGH.
A situação. Uma clínica com duas unidades tinha equipamento de imagem nas duas, mas impressora só na matriz. O exame feito na filial precisava sair em papel na matriz para ir ao paciente.
Com o SMGH. O serviço de impressão do SMGH DICOM, instalado na filial, recebe o comando de impressão do equipamento como se fosse a impressora DICOM, gera o PDF ou PNG e grava numa pasta compartilhada em rede. Na matriz, o mesmo serviço vigia a pasta e imprime assim que o arquivo termina de chegar — em impressora DICOM ou laser comum.
Resultado. De uma unidade, a equipe imprime uma imagem na impressora da outra. Ninguém abre arquivo por arquivo, e a impressão não sai pela metade.
| Sem integração | PACS tradicional | SMGH DICOM | |
|---|---|---|---|
| Paciente no aparelho | Digitado pelo técnico | Worklist | Worklist direto do agendamento do SMGH |
| Imagem no prontuário | Pasta, CD ou pendrive | Viewer separado, integração sob medida | Automática, com prévia e visualizador web |
| Impressão | Filme ou dry imager | Filme ou dry imager | PDF com cabeçalho e/ou impressora comum |
| Servidor | — | Linux + Java + banco próprio | Serviço Windows no servidor que já existe |
| Acompanhamento | Nenhum | Console técnico | Plataforma web para a equipe da clínica |
| Exige trocar o sistema da clínica? | — | Integração sob medida, quando existe | Não: integra ao banco do sistema atual ou ao SMGH |
| Quem dá suporte | — | Especialista externo | A mesma equipe que mantém o SMGH |
Gravados no modo demonstração da plataforma — nenhum dado de paciente ou clínica real aparece.
0:50
O mapa do sistema mostra, em uma tela, cada módulo da integração — agenda, equipamento, imagens, impressão, nuvem e visualizadores — o que está ativo e o que passou por ali hoje.
0:30
Serviço no ar, equipamentos que conversaram hoje, exames agendados e imagens recebidas — o dia da integração em uma tela.
0:35
O exame agendado no SMGH aparece na lista do equipamento, sem digitação. A plataforma mostra o que foi enviado e quando o pedido apareceu no aparelho.
Não. Basta que o equipamento tenha os serviços DICOM de worklist, envio de imagens ou impressão — presentes na quase totalidade dos aparelhos digitais, porque fazem parte do padrão DICOM. Fazemos a homologação com o seu equipamento antes da virada.
O SMGH DICOM assume as funções de worklist e recepção de imagens do PACS atual. Instalamos o serviço, apontamos o equipamento para ele em horário controlado e, se quiser, os dois rodam em paralelo por alguns dias antes de desligar o antigo.
Sim. O visualizador roda no navegador e é o mesmo chamado de dentro do Portal do Médico. Para acesso fora da rede local, a clínica publica a plataforma com HTTPS ou usa o envio para a nuvem.
Não há limite fixo. Uma instalação atende várias unidades (cada uma com seu banco) e vários equipamentos, cadastrados automaticamente na primeira conexão e liberados na licença.
O equipamento guarda as imagens e reenvia quando o serviço volta — o reenvio não duplica nada. A plataforma mostra em verde/vermelho se o serviço está no ar e o operador recebe um aviso na tela em falhas críticas, como disco cheio.
Não. O SMGH DICOM pode ser contratado sozinho, sem o sistema de atendimento, prontuário ou laudos do SMGH. A integração é feita com o banco de dados do sistema que a clínica já usa: o nosso serviço lê ali quais pacientes e exames devem ir para o equipamento (worklist) e devolve as imagens para onde a clínica quiser. Cada cliente recebe o mapeamento para o seu sistema, sem mexer no produto dele.
Um projeto conduzido pela nossa equipe: entendemos o que a clínica precisa da integração, apresentamos cada solução e o que ela resolve, fazemos o levantamento técnico dos equipamentos e da rede, homologamos com o aparelho real e só então fazemos a virada, acompanhada. Exemplo: para uma clínica cuja filial não tinha impressora, o serviço passou a gerar o PDF numa pasta de rede e a matriz imprime — em impressora DICOM ou laser comum.
Licença por equipamento e por módulo: Dicom Write (worklist — o cadastro e o agendamento vão prontos ao aparelho), Dicom Read (as imagens entram no SMGH e no prontuário, para ver e laudar de qualquer estação), Dicom Print (impressão em PDF/PNG e impressora laser), nuvem e PACS web. Você contrata só o que usa — Read sozinho, Read + Write, ou o conjunto — e amplia quando entrar um aparelho novo. Peça uma proposta com o perfil da sua clínica.
Se o aparelho fala DICOM — consulta worklist, envia imagem ou imprime em DICOM —, funciona, independentemente da idade. Equipamento sem DICOM é avaliado caso a caso; muitos aceitam um módulo de conversão do próprio fabricante.
No servidor da clínica, em pasta, no arquivo original que o equipamento enviou (sem conversão), mais uma prévia JPG. Opcionalmente, também na nuvem AWS, para acesso de fora da rede e backup automático.
Depende da modalidade e do volume: um raio-X digital costuma ter de 10 a 50 MB por imagem; ultrassom, bem menos. No levantamento técnico dimensionamos o disco com a clínica — e o armazenamento em nuvem elimina a preocupação.
Não. Com a plataforma publicada em HTTPS ou com o envio para a nuvem, o visualizador abre no navegador do médico de qualquer lugar, com login. É o mesmo visualizador chamado de dentro do Portal do Médico.
Qualquer impressora instalada no Windows — laser ou jato de tinta — além da opção de gerar só o PDF/PNG. A folha sai com o cabeçalho e o logotipo da clínica, enviados pela própria plataforma web.
Apresentação online, gratuita, com quem desenvolveu o SMGH DICOM. Traga a marca e o modelo do aparelho e a gente mostra o fluxo completo — do agendamento à imagem no prontuário e à impressão.