Padrão nacional
Integração com o Emissor Nacional de NFS-e do governo federal, o padrão que os municípios vêm adotando — uma única forma de emitir, independente da prefeitura.
A clínica precisa emitir a NFS-e do que cobra do paciente. No SMGH a nota nasce do próprio atendimento: o sistema está integrado ao Emissor Nacional de NFS-e, do governo federal — emite, imprime, envia por e-mail e mostra quais atendimentos já têm nota e quais ainda não têm. Sem digitar de novo no portal da prefeitura.
O Emissor Nacional é o serviço do governo federal (gov.br) para a nota fiscal de serviço eletrônica no padrão nacional, adotado por um número crescente de municípios. O SMGH conversa com ele diretamente: a nota é transmitida com o certificado digital da clínica e volta autorizada para o sistema.
Emissor Nacional de NFS-e — nfse.gov.br → Portal NFS-e (gov.br)
O atendimento particular é fechado na recepção ou no financeiro, com o valor do serviço.
Um clique: o sistema monta a nota com o tomador (CPF/CNPJ, endereço, e-mail), a competência e a tributação configurada.
A nota é transmitida ao Emissor Nacional com o certificado digital da clínica e volta autorizada, com número e chave.
Impressão na hora e envio por e-mail ao paciente, com o link de consulta pública da nota.
O SMGH sabe quais atendimentos têm nota e quais faltam. Nada fica para trás no fim do mês.
Integração com o Emissor Nacional de NFS-e do governo federal, o padrão que os municípios vêm adotando — uma única forma de emitir, independente da prefeitura.
Nome, CPF, endereço, e-mail e valor vêm do atendimento. O que a recepção já cadastrou é o que vai para a nota.
A lista de atendimentos sem nota é o controle que o financeiro precisa para fechar o mês sem surpresa com a contabilidade.
Regime da clínica (Simples Nacional ou não), alíquota de ISS, PIS/COFINS e o valor aproximado dos tributos, configurados uma vez.
Precisou corrigir? Nota substituta emitida a partir da original, com o vínculo mantido.
Clínica com clube de benefícios emite pelo mesmo módulo a NFS-e da mensalidade paga pelo associado — com os dados do contrato, sem redigitar.
A nota fica ligada ao atendimento e ao recebimento no financeiro do SMGH; exportação para a contabilidade.
O módulo usa o Emissor Nacional de NFS-e, padrão do governo federal adotado por um número crescente de municípios. Na demonstração conferimos a situação da sua cidade.
Sim, o certificado digital da clínica (e-CNPJ), cadastrado no SMGH. É o mesmo exigido pelo portal do Emissor Nacional.
O sistema imprime e envia por e-mail, com o link de consulta pública da nota, sem sair do SMGH.
Sim. Para clínicas que têm o módulo de clube, a NFS-e da mensalidade paga pelo associado sai pelo mesmo emissor, a partir do contrato e do recebimento registrados no SMGH.
O módulo é voltado ao serviço cobrado do paciente (particular). O faturamento de convênios segue pelo TISS.
Sim, dentro das regras do Emissor Nacional; para corrigir, o SMGH emite a nota substituta a partir da original, mantendo o vínculo.
O SMGH lista os atendimentos particulares com nota emitida e sem nota, por período — é o controle do financeiro para fechar o mês sem nota faltando.
Sim. A nota vai por e-mail com o link de consulta pública do Emissor Nacional, onde qualquer pessoa confere a autenticidade.
Do atendimento à nota autorizada, impressa e enviada — com dados de exemplo.
Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.
E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.