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Segunda a sexta-feira das 9 às 18 horas
SMGH — Sistema Médico de Gestão Hospitalar
Controle de caixa · recepção e financeiro

Controle de caixa: cada real que entra na recepção registrado, conferido e fechado

Em clínica popular, o dinheiro, o Pix e o cartão no balcão movimentam mais do que os convênios. O SMGH amarra esse caixa: cada recebimento registrado na hora, o caixa fechado por quem operou ou pelo responsável da recepção, e uma tela de fechamento que cruza o que o operador declara com o que o sistema registrou — e mostra a divergência.

Registrado na hora Declarado × registrado Divergência por forma de pagamento
O que o SMGH faz

Cada real do balcão, sob controle

  • Recebimentos em dinheiro, cartão e Pix registrados no atendimento
  • Caixa por usuário da recepção ou por responsável (chefe de recepção)
  • Atendente e tesouraria separados, quando a clínica quiser
  • Tela de fechamento: o operador declara o que tem; o sistema compara
  • Relatório de divergência por forma de pagamento
  • Tudo integrado ao financeiro e à conta bancária
Como é o fechamento

O operador diz o que tem; o sistema diz o que deveria ter

  1. Recebimento no balcão

    Cada pagamento do paciente — dinheiro, cartão, Pix — é registrado no atendimento, pelo atendente ou pela tesouraria.

  2. Caixa aberto por responsável

    Por usuário que atende ou por um responsável da recepção; a clínica escolhe como organiza.

  3. Fechamento

    Na tela de fechamento, o operador informa quanto tem em dinheiro, quanto recebeu no cartão (os comprovantes) e no Pix.

  4. Conferência

    O SMGH cruza o declarado com o que foi registrado durante o dia e aponta, por forma de pagamento, onde há diferença.

  5. Relatório de divergência

    Fica registrado quem fechou, quanto declarou e quanto o sistema apurou. O gestor confere depois, com a informação na mão.

Para clínica popular

Quando o balcão recebe mais do que o convênio

Em clínicas populares, a maior parte da receita entra no ato: consulta e exame pagos em dinheiro, no cartão ou no Pix. Sem um caixa bem amarrado, a diferença entre o que foi atendido e o que entrou na conta aparece só no fim do mês — ou nunca.

  • Tudo que gera receita paga na hora é registrado do jeito certo, no atendimento, com a forma de pagamento.
  • Quem atende não precisa ser quem recebe. O atendente registra; a tesouraria recebe e fecha o caixa dela.
  • Fechamento por turno, por usuário ou por responsável — o desenho segue a rotina da clínica.
  • Divergência aparece no dia, não no fechamento do mês.

Integrado ao financeiro

O que entra no caixa segue para o financeiro do SMGH: conta bancária de destino, plano de contas, centro de custo. Dinheiro depositado, cartão a receber da operadora, Pix na conta — cada um no seu lugar, para a conciliação bancária fechar.

E o particular recebido no balcão pode sair com a nota fiscal de serviço pelo Emissor Nacional.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o controle de caixa

Posso separar quem atende de quem recebe?

Sim. O atendimento pode ser feito pelos operadores da recepção e o pagamento recebido por outra pessoa, na tesouraria, cada um com o seu registro.

O fechamento é por pessoa ou por recepção?

Os dois são possíveis: por usuário que trabalha na recepção ou por um responsável do caixa, que fecha o movimento de todos. A clínica define na implantação.

O que acontece quando o valor declarado não bate?

A tela de fechamento mostra a divergência por forma de pagamento — dinheiro, cartão, Pix — e o relatório fica registrado com quem fechou e os valores. O gestor confere depois.

Serve para clínica que atende só convênio?

Serve, mas faz mais diferença onde há recebimento no balcão. Em clínica popular, com muito particular, o caixa amarrado é o que garante que a receita do dia chegue inteira à conta.

Dá para fechar o caixa mais de uma vez por dia?

Sim. O fechamento é por caixa aberto — por turno, por usuário ou por responsável — e cada fechamento gera o seu relatório de divergência.

O cartão entra no caixa como?

O recebimento no cartão é registrado com a forma de pagamento e conferido no fechamento contra os comprovantes; no financeiro, vira valor a receber da operadora do cartão, na conta bancária certa.

Na prática

Casos de uso

Situações reais de clínicas, sem nome de cliente. Ver todos os casos →

Veja o fechamento de caixa na demonstração

Com dados de exemplo, mostramos o operador declarando os valores e o sistema apontando a divergência.

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Como é a implantação

Não é "instalou, se vira"

Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.

E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.