O boleto é da clínica
O boleto sai em nome da clínica, registrado no banco dela, e o valor pago entra direto na conta da clínica. O SMGH cuida do arquivo de remessa e do retorno.
Muita clínica oferece um clube ou cartão de benefícios: o paciente paga uma mensalidade e tem desconto em consultas e exames. O SMGH gerencia esse contrato do começo ao fim — adesão, beneficiários, mensalidade, boleto, reajuste, inadimplência — e o dinheiro entra direto na conta da clínica.
A clínica define os planos: valor por faixa etária, procedimentos e descontos, empresa conveniada quando houver.
O paciente vira associado: contrato, beneficiários (dependentes), forma de cobrança e vendedor, com termo de contrato impresso.
O sistema calcula a mensalidade e emite o boleto ou o carnê da clínica; a remessa vai para o banco e o retorno dá baixa sozinho.
O contrato fica no cadastro do paciente. Na recepção, o associado em dia recebe a gratuidade ou o desconto combinado em consultas e exames — sem conferência manual.
Reajuste anual, cobrança de atrasados, bloqueio e cancelamento, comissões e um panorama do clube inteiro.
O boleto sai em nome da clínica, registrado no banco dela, e o valor pago entra direto na conta da clínica. O SMGH cuida do arquivo de remessa e do retorno.
Emissão de carnê do ano inteiro ou de boletos mês a mês, segunda via na hora e envio da cobrança pelo WhatsApp do associado.
Mensalidades pagas, em aberto e atrasadas por contrato; situação do associado atualizada automaticamente — adimplente, bloqueado ou cancelado — com o histórico de cada ocorrência.
Reajuste por índice, por faixa etária ou por beneficiário, aplicado em lote aos contratos, com atualização do valor base do plano.
Titular e dependentes num só contrato; planos empresariais com funções e valores por empresa conveniada.
Cadastro de quem vende e de quem cobra, com comissão em percentual ou valor e o vínculo com cada contrato.
Registro de quem demonstrou interesse e acompanhamento até a adesão — o clube também é uma frente comercial.
As mensalidades entram no contas a receber e nas receitas do SMGH; nada é redigitado no financeiro. Com o módulo de NFS-e, a nota fiscal da mensalidade sai pelo Emissor Nacional.
Quantos associados, quantos em dia, quanto entra por mês, quem cancelou e por quê — numa tela só.
Cada clube de benefícios tem regras próprias. A implantação começa por elas — configuradas no sistema junto com a clínica — e termina com o clube rodando integrado à recepção.
Quais gratuidades, quais serviços têm desconto e de quanto, quais valores são cobrados, como é o reajuste anual e se há reajuste por faixa etária.
Planos, faixas, procedimentos e regras entram no sistema com a clínica ao lado, para o contrato do sistema ser igual ao contrato de papel.
Levantamos a rede bancária da clínica — Itaú, Bradesco, Santander ou banco digital — e fazemos a integração do boleto e da remessa com esse banco.
Se a clínica emite a NFS-e da mensalidade pelo Emissor Nacional, configuramos o módulo de nota fiscal e o certificado digital da empresa no sistema.
Associados, contratos e mensalidades vêm do sistema anterior. A clínica valida os dados importados e ajusta o que precisar — a troca acontece sem transtorno para o clube.
Quando o paciente do clube chega para ser atendido, a recepção vê que ele é associado, se está em dia, e aplica a gratuidade ou o desconto do contrato no atendimento.
Não. É um contrato de descontos da própria clínica: o associado paga uma mensalidade e tem preços reduzidos nos serviços da clínica. Não há cobertura de rede nem regulação de operadora. Para operadoras de plano de saúde existe um produto próprio, o SMGH Operadora.
Não. O boleto é emitido em nome da clínica, no banco da clínica, e o pagamento cai direto na conta dela. O SMGH gera a remessa, lê o retorno e dá baixa nas mensalidades.
Sim. O clube é um módulo do SMGH Clínica ou Hospitalar, contratado à parte, e usa o mesmo cadastro de pacientes, o mesmo financeiro e a mesma recepção.
Sim. O sistema emite carnê ou boleto e envia a cobrança pelo WhatsApp do associado, além da segunda via na hora.
Anual, aplicado em lote pelo índice da clínica, por faixa etária ou por beneficiário, com o valor base do plano atualizado no cadastro.
Sim. Planos diferentes por valor, faixa etária e serviços cobertos, inclusive planos empresariais para empresas conveniadas.
Sim. O contrato tem titular e beneficiários, cada um com a sua carteirinha — e a segunda via do cartão sai do próprio sistema.
A situação do associado muda automaticamente — adimplente, bloqueado, cancelado — conforme as regras da clínica, e a recepção vê isso na hora do atendimento. A cobrança do atraso pode ir pelo WhatsApp.
Sim. O panorama do clube mostra associados ativos, adimplência, receita mensal, cancelamentos e motivos — e as mensalidades entram no financeiro do SMGH.
A situação. A clínica tem um clube de benefícios: mensalidade com desconto em consultas e exames. Na recepção, ninguém deveria precisar conferir contrato em papel.
Com o SMGH. O contrato do clube fica no cadastro do paciente. Quando ele chega, a recepção vê que é associado e se está em dia, e a gratuidade ou o desconto do contrato entra no atendimento automaticamente. A mensalidade foi cobrada por boleto da própria clínica, com baixa automática pelo retorno do banco.
Resultado. Desconto certo, sem discussão no balcão, e mensalidade em dia sem trabalho manual.
Mostramos a adesão, o boleto e o desconto aplicado na recepção, com dados de exemplo.
Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.
E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.