Nada redigitado
Paciente, carteira, médico solicitante, procedimentos: o pedido sai com o que a recepção já lançou no SMGH. O mesmo dado vai para a Amil e para a guia.
O SMGH conversa direto com a Amil. A elegibilidade do beneficiário é conferida sozinha, a autorização da consulta ou do exame é pedida por um botão, o PDF do pedido médico vai junto e a senha da autorização volta para o atendimento. A recepção não abre o site da Amil, não anexa arquivo no portal e não digita senha.
A Amil oferece aos prestadores credenciados um webservice no padrão TISS, a troca eletrônica de informações definida pela ANS. O SMGH usa esse canal oficial com o mesmo usuário e senha que a clínica já tem no Portal do Credenciado. Não é robô preenchendo o site: é o sistema da clínica falando com o sistema da operadora.
Portal do Credenciado Amil → Site da Amil Faturamento TISS no SMGH
A recepção abre o atendimento e escolhe o plano Amil. A elegibilidade é conferida sozinha, em segundos.
O pedido de exame do paciente é digitalizado e anexado ao atendimento, como a clínica já faz.
No botão da Amil, "Solicitar autorização". O SMGH monta o pedido com os dados da guia e envia o PDF junto.
A Amil recebe o pedido e envia o token ao celular do beneficiário. A recepção não gera nada no portal.
Autorizado, a senha, a data e os dados da autorização entram no atendimento. Pedido em análise? "Consultar autorização" busca a situação depois.
Menos tempo de balcão por paciente, menos fila e nenhuma senha digitada errada indo para o faturamento.
Paciente, carteira, médico solicitante, procedimentos: o pedido sai com o que a recepção já lançou no SMGH. O mesmo dado vai para a Amil e para a guia.
A senha volta da Amil direto para o atendimento. Sem cópia manual, sem número trocado e sem guia glosada por senha errada na hora do faturamento TISS.
O tempo que se gastava alternando entre o SMGH e o portal da Amil vira atendimento. Em dia cheio, faz diferença na fila.
A Amil exige assinatura digital no envio de documentos. O SMGH assina com o certificado da clínica, o mesmo da nota fiscal, e o PDF segue com o pedido.
Cada consulta de elegibilidade e cada pedido de autorização ficam ligados ao atendimento. Dá para saber quem pediu, quando e o que a Amil respondeu.
A integração usa o webservice TISS que a Amil disponibiliza aos credenciados, com o login da própria clínica. É o caminho previsto pela operadora.
Não no dia a dia. Elegibilidade, solicitação de autorização, envio do PDF do pedido e consulta da situação saem do SMGH, pelo botão da Amil no atendimento.
Ser prestadora credenciada da Amil, com o usuário e a senha do Portal do Credenciado, e o certificado digital da clínica cadastrado no SMGH, que assina o envio dos documentos. Na implantação a nossa equipe configura o plano Amil e testa com a clínica.
Sim. Ao escolher o plano Amil no atendimento, o SMGH consulta a carteira do beneficiário na Amil e mostra o resultado em segundos. Carteira inválida aparece na hora, antes do atendimento.
O pedido de autorização feito pelo SMGH faz a Amil enviar o token ao celular do beneficiário. A recepção não precisa gerar o token no portal.
Sim. Os documentos anexados ao atendimento seguem com a solicitação, assinados com o certificado digital da clínica, como a Amil exige. Se a Amil pedir documentação depois, o envio também é feito pelo SMGH.
O pedido fica registrado no atendimento. Pelo "Consultar autorização", a recepção busca a situação quando quiser e, liberado, a senha e os dados da autorização entram sozinhos no SMGH.
Hoje a solicitação de autorização pelo sistema está pronta para a Amil. Operadoras que oferecem webservice no padrão TISS podem ser avaliadas pela nossa equipe, caso a caso.
Ela usa o webservice que a própria Amil disponibiliza aos prestadores credenciados, no padrão TISS da ANS, com o login da clínica. O SMGH é um sistema independente e não tem vínculo comercial com a operadora.
Na demonstração mostramos a elegibilidade, a solicitação com o PDF e a senha voltando para o atendimento.
Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.
E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.