Local ou nuvem — a escolha é da clínica
Quem prefere o servidor dentro da clínica continua assim. Quem quer se livrar do backup e do servidor contrata a nuvem. E dá para mudar depois: o sistema é o mesmo.
O SMGH funciona com o banco de dados num servidor dentro da clínica — ou, se a clínica preferir, com o banco hospedado na nuvem, protegido e com backup diário. A clínica mantém um computador local simples para o sistema, ganha desempenho e passa a acessar o SMGH de fora, sem mexer em rede. Você escolhe.
Quem prefere o servidor dentro da clínica continua assim. Quem quer se livrar do backup e do servidor contrata a nuvem. E dá para mudar depois: o sistema é o mesmo.
Com o banco na nuvem, o gestor em casa, o médico em outra unidade ou o faturista externo usam o SMGH de onde estiverem. Com banco local também é possível — depende de uma configuração de rede que a nossa equipe orienta.
Este serviço hospeda o banco de dados. Os PDFs de exame, imagens DICOM e anexos do prontuário vão para o armazenamento em nuvem AWS, outro serviço — juntos ou separados.
Não. É opcional. O SMGH funciona igualmente com o banco no servidor da clínica.
Com o banco na nuvem, o sistema depende da internet para acessar o banco. Para clínicas com conexão instável, a nossa equipe avalia com você se o banco local é a melhor escolha.
Com o banco em nuvem, o backup diário é feito pela hospedagem. Com banco local, a clínica faz o backup, com as rotinas que orientamos na implantação.
Sim. O banco é o mesmo; a migração é planejada com a nossa equipe, sem perda de dados.
Na prática costuma ficar mais rápido: o banco roda num servidor mais forte do que o computador da clínica. O que importa é uma internet estável, que avaliamos antes de recomendar.
O banco fica em servidor protegido, com backup diário e acesso só para usuários autorizados do SMGH. A hospedagem é da SabeSistemas, empresa parceira do grupo.
Na conversa de levantamento avaliamos rede, internet e rotina — e recomendamos local ou nuvem.
Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.
E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.