Na clínica
No consultório, o médico abre o portal no computador ou tablet e atende com a agenda do dia na tela — sem instalar o sistema na máquina.
Agenda do dia, prontuário eletrônico completo, prescrição com modelos, receita assinada digitalmente com o certificado do CFM e teleconsulta por vídeo com sala de espera. Tudo no navegador, gravado no mesmo banco da clínica que a recepção e o faturamento usam.
A sala da teleconsulta roda no navegador, sem instalar nada, pela plataforma de vídeo Daily.co, com conexão criptografada — a clínica usa a conta do SMGH ou a própria. A receita da consulta sai assinada com o certificado digital gratuito que o Conselho Federal de Medicina oferece ao médico, e é dispensada na farmácia por QR Code.
Daily.co → Certificado digital gratuito do CFM Como funciona a receita digital
O médico que atende em duas clínicas, o que lauda de casa, o que faz teleconsulta no fim do dia, o que quer assinar a receita pelo celular. Tudo com o mesmo login e o mesmo prontuário.
No consultório, o médico abre o portal no computador ou tablet e atende com a agenda do dia na tela — sem instalar o sistema na máquina.
Em casa, em outra unidade ou no hospital, a agenda e o prontuário são os mesmos. O que ele registra aparece na hora para a recepção e o faturamento.
A consulta online nasce da própria agenda: o médico abre a sala, o paciente entra pela página da clínica, e a evolução fica no prontuário como qualquer outra.
Nem todo médico precisa do prontuário na web. Por isso o acesso do médico tem duas versões — e a clínica contrata a que cada profissional usa.
O médico vê, pela web ou pelo celular, a agenda de hoje e do dia seguinte e o status de cada paciente: Agendado (só marcou), Confirmado (confirmou a presença) e Aguardando (chegou e passou pela recepção). Sabe quem vai atender e a hora certa de começar — mesmo em home office.
Ideal para quem só precisa acompanhar a agenda — como psicólogos e outros profissionais em home office que não digitam o prontuário no sistema.
Tudo desta página: agenda, prontuário eletrônico, atendimento, prescrição, receita assinada digitalmente, laudo, fotos do paciente pelo celular, telemedicina e imagens DICOM. O consultório inteiro no navegador — para atendimento externo, plantão e teleconsulta.
Exemplo: 50 médicos cadastrados, no máximo 5 conectados ao mesmo tempo — a clínica contrata 5 licenças.
Em lista, cartões ou calendário, com dashboard do dia. No celular, o médico abre a agenda de amanhã, de depois de amanhã, de qualquer dia — e vê quantos pacientes já estão marcados e quantos já confirmaram, antes de sair de casa. Filtro por médico, por unidade de atendimento e por status (aguardando, atendido, cancelado…), horários vagos, botão de WhatsApp ao lado do telefone do paciente e sala de espera da teleconsulta.
Histórico, queixa, HDA, HPP/HF, conduta, procedimentos com código TUSS, solicitação de exames, cirurgia, histórico de exames e laudo de exame. Abas por especialidade — oftalmologia com refração, PIO e receita de óculos; pré-natal com previsão do parto; ginecologia — e menu CID-10. Impressão da guia do convênio direto do portal.
Oito tipos de prescrição prontos — receituário, receita especial, exames, encaminhamento e outros —, modelos que o médico monta uma vez e aplica com um clique, favoritos de medicamentos e textos. Imprime na hora; a assinatura digital é opcional.
Anexa PDF, imagem ou foto tirada na hora pela câmera do celular — laudo de laboratório, exame de outra clínica, o antes e depois do dermatologista, a foto pré-operatória do cirurgião. Tirou no celular, vê no computador: é um prontuário só. Os anexos ficam no mesmo cadastro que o sistema desktop usa (o que é anexado num aparece no outro) e podem ir para o armazenamento em nuvem AWS.
Com o SMGH DICOM, o raio-X, o ultrassom ou a tomografia do paciente abrem no visualizador do navegador, de dentro do atendimento.
O médico tira uma selfie no portal e ela aparece para o paciente no agendamento web. Reconhecimento na hora de escolher o profissional.
O médico ativa a assinatura no portal e passa a emitir receitas com validade jurídica, aceitas em qualquer farmácia do Brasil:
Na tela "Certificado digital" o médico ativa a assinatura, consulta a situação do seu CRM junto ao CFM e recebe as instruções para emitir o certificado gratuito do Conselho — sem depender da clínica.
Passo a passo completo da receita digital e da dispensação pela farmácia →
O paciente chega sem hora marcada, num dia em que o médico não atende presencialmente — a paciente gestante com uma queixa que não pode esperar, o operado que precisa ser visto pelo cirurgião. A recepção registra o atendimento e avisa o médico. No celular ou no computador, dentro do portal, o médico vê o paciente na fila de espera e inicia a teleconsulta, com o prontuário e todo o histórico abertos como se estivesse na clínica — o paciente é atendido por vídeo ali mesmo.
Terminada a consulta, o médico gera a receita assinada digitalmente e manda o link ao paciente — ou a recepção imprime na hora. Um atendimento que teria sido perdido vira consulta feita, faturada e com receita válida, sem o médico sair de onde está.
A videochamada da teleconsulta usa a plataforma Daily.co, um serviço de vídeo em nuvem usado por aplicações de saúde no mundo todo: sala criada por API para cada consulta, pré-sala com teste de câmera e microfone, chat e chamada criptografada, sem instalar nada. A plataforma oferece uma franquia gratuita de minutos por mês; a clínica pode operar na conta do SMGH ou na sua própria conta Daily, configurada no cadastro da empresa.
Ele complementa. Recepção, faturamento e financeiro continuam no SMGH desktop; o portal é a porta do médico — na clínica ou fora dela — para a mesma agenda e o mesmo prontuário. O que é registrado num aparece no outro.
Um certificado ICP-Brasil em nuvem — o do CFM é gratuito para médicos — ou um token A3. O médico aprova cada assinatura pelo celular. O portal não guarda arquivo de certificado. Veja o passo a passo da receita digital.
Sim. É uma assinatura ICP-Brasil com carimbo de tempo e QR code de validação, no padrão exigido para receitas digitais no Brasil — as orientações do Conselho estão em prescricaoeletronica.cfm.org.br.
Não. Ele abre a página da clínica no navegador do celular ou computador, informa CPF e data de nascimento e entra na sala quando o médico iniciar. O vídeo roda na plataforma Daily.co, direto no navegador.
A plataforma de vídeo tem uma franquia gratuita de minutos por mês. Acima dela, o uso é cobrado pela plataforma por minuto de participante. A clínica pode usar a conta do SMGH ou a sua própria conta Daily — falamos disso na proposta.
A licença do Médico Web é flutuante: conta acessos simultâneos, não usuários cadastrados. Uma clínica com 50 médicos em que no máximo 5 usam ao mesmo tempo contrata 5 licenças — e amplia quando precisar.
O LoginMédico é a versão simples: o médico vê a agenda de hoje e de amanhã e o status de cada paciente (agendado, confirmado, aguardando), sem prontuário. O Médico Web é a versão completa, com prontuário, atendimento, prescrição, receita digital, telemedicina e imagens.
No banco de dados da clínica, o mesmo do SMGH. O portal é publicado com HTTPS e controle de acesso por usuário.
Sim. O portal roda no navegador, sem instalar aplicativo — no celular, no tablet ou no computador. Câmera do celular para fotos e videochamada funcionam direto no navegador.
Não. A assinatura da receita usa o certificado em nuvem do médico (o do CFM ou outro ICP-Brasil), aprovada pelo celular. Quem tem token físico também pode usar. Nada fica instalado na clínica.
A sala continua válida: médico e paciente reentram pelos mesmos links quando a conexão voltar. O que já foi registrado no prontuário está salvo.
Sim, com o SMGH DICOM: raio-X, ultrassom ou tomografia do paciente abrem no visualizador do navegador, de dentro do atendimento.
O acesso é por usuário do SMGH, com as permissões definidas pela clínica: o médico vê a própria agenda e o prontuário dos pacientes que atende; quem coordena pode ver a agenda de todos.
A situação. Uma gestante chega sem hora marcada, com uma queixa que não pode esperar. O ginecologista não atende presencialmente naquele dia. Numa clínica cirúrgica, é o operado que precisa ser visto pelo cirurgião.
Com o SMGH. A recepção registra o atendimento e avisa o médico. No celular, dentro do Portal do Médico, ele vê o paciente na fila de espera e inicia a teleconsulta — com o prontuário e todo o histórico abertos, como se estivesse na clínica. Ao fim, gera a receita assinada digitalmente: o paciente recebe o link, ou a recepção imprime na hora.
Resultado. Um atendimento que teria sido perdido vira consulta feita, faturada e com receita válida — sem o médico sair de onde está.
A situação. O médico tem três horas livres na semana para atender pela clínica. Mas uma vai no deslocamento até lá e outra na volta — sobra uma hora de atendimento, e não compensa. Enquanto isso, o paciente espera quinze, vinte dias por uma vaga.
Com o SMGH. Com a telemedicina integrada ao Portal do Médico, as três horas viram atendimento: a clínica abre a agenda online do médico, os pacientes entram pela página da clínica com CPF e nascimento, e o médico atende por vídeo, de onde estiver, com o prontuário aberto e a receita assinada digitalmente no fim.
Resultado. Três horas de consultas em vez de uma; agenda do médico com mais vagas; paciente atendido em dias, não em semanas — e a clínica fatura horas que antes não existiam.
A situação. Receita emitida numa teleconsulta. O paciente vai à farmácia com o PDF no celular — e poderia tentar usar a mesma receita em outra farmácia.
Com o SMGH. A farmácia aponta a câmera para o QR Code da receita, confere que é válida e assinada com o certificado do CFM, vê o PDF e registra a dispensação. Dispensada uma vez, a receita aparece como já utilizada para qualquer outra farmácia.
Resultado. Receita com validade jurídica, aceita em qualquer farmácia, e sem reutilização.
Na apresentação online mostramos a agenda, o prontuário, uma receita assinada digitalmente e uma teleconsulta com sala de espera — com dados de demonstração.
Antes de qualquer instalação, conversamos com a clínica para entender o que ela precisa e se a nossa solução se encaixa — inteira ou só no módulo que falta, ao lado do sistema que a clínica já usa. Levantamos a operação, os convênios e os contratos, configuramos, importamos os pacientes do sistema anterior, treinamos a equipe e acompanhamos o início do uso — por módulos, na ordem que causa menos transtorno.
E quando a necessidade pede algo que a solução ainda não faz, e está ao nosso alcance, customizamos para encaixar com mais perfeição — analisado caso a caso, com quem desenvolve o sistema.